
A bonita história da Cinderela dos tempos modernos teve outros contornos e um final diferente. A pega que andava a atacar num bar de alterne consegue seduzir um sujeito que pouco deve à inteligência, e passa de refeições de pão com margarina para caviar e champanhe ao pequeno-almoço. Ao contrário da história da Cinderela, esta gata-borralheira não conseguiu manter a farsa por muito tempo e deixou de suportar cortar os cabelos das orelhas ao sr Pinto da Costa, bem como deixou de suportar que ele se peidasse em ocasiões festivas para além do facto de ter estragado um número infindável de tesouras a cortar-lhe as unhas dos pés! – não estou a inventar! Está tudo escrito nas memórias de Carolina Salgado ex-pega e ex-amante do Sr. Pinto da Costa. Certamente que agora não tendo os rendimentos provenientes do FCP irá retomar a sua antiga profissão, que é por sinal, a mais antiga do mundo.
Não que morra de amores pelo senhor em questão mas acho execrável o facto dela neste momento estar a expor uma vida partilhada, com segredos sob formato de livro com manchetes em tudo quanto é sitio. Se ela achava tão mal que o sr Pinto da Costa convidasse árbitros para a sua casa e lhes pagava alguns favores, porquê só agora que ela trás a publico tudo isso? Mesmo que existisse amor entre os dois – que eu tenho algumas dúvidas…mas quem sou eu para duvidar do amor entre a bela e o monstro – será legitimo que após de um relacionamento terminar, descrever uma vida e tudo aquilo que se passava entre quatro paredes? Caso para dizer zangam-se as comadres descobrem-se as verdades.
Os segredos, sejam eles bons ou maus, são para se manter. Ou se fala na altura certa ou então calem-se para sempre.
Citando a Carolina…
“Nada tem de promíscuo trabalhar em bares como o Calor da Noite” - vulgo casa de putas..
“Promiscuidade é o que existe no mundo do futebol, onde é moda, fica bem e dá status ter relações extraconjugais e quase todos as têm.” – não é só no futebol, minha cara, mas compreende-se que o mundo para esta senhora seja pequenino…
“Certa noite, ao despedir-se de mim, não me deu um beijo na cara, como era usual, mas um beijo na boca [...] estava completamente apaixonada [...]” – romântico não…esperem pelos peidos!....
“Demorei uma eternidade na casa de banho a tentar evitar o inevitável [...] Ele já me esperava, pacientemente, na cama [...] E vivi uma linda e inesquecível noite de amor.” – não refere, no entanto, quanto lhe cobrou.” - A eternidade nos preparativos da casa de banho foi para tentar disfarçar a candidiase vaginal…
“Confessou-me que tinha encetado uma relação com a jornalista Maria Elisa [...] que já terminara [...] devido ao consumismo extremo de que ela padecia.” – isto é inveja da classe que a Maria Elisa tem…
“Tendo problemas de flatulência [...] de vez em quando descuidava-se [...] em cerimónias oficiais, levando-me a acender, de imediato, um cigarro para disfarçar o odor.” – Pankreoflat é a terapêutica de eleição para combater a flatulência, a alternativa mais ao alcance de todos é comer um sabonete do Boticário todos os dias pela manhã…
“Cortava-lhe as unhas dos pés e aparava-lhes os pêlos das orelhas.” – eu não disse?!?!....será que utilizava tesoura de podar o jardim?
“O Jorge Nuno (Pinto da Costa) alterou-se com o senhor Scolari ao verificar que este não cederia jamais às suas vontades.” – não diz quais eram as suas vontades…
“Sempre que [...] o Jorge Nuno (Pinto da Costa), achava que o árbitro tinha prejudicado o FCP, ligava ao senhor José António Pinto de Sousa, [...] começando por manifestar a sua indignação [...] mas acabando sempre por marcar um jantar para fazer as pazes.” – nada como um jantar de reconciliação. Que mal tem isso? Devemos ajudar o próximo, nem que seja com uma singela refeição!
“Os árbitros Martins dos Santos e Augusto Duarte, entre outros, eram visitas da casa. Eram levados pelo empresário António Araújo, bebiam café e comiam chocolatinhos.” – faltou fazer referencia a que tipos de chocolatinhos, se Mon Cheri, Ferrero Roché. Deviam ser Baccio com certeza!
“O Araújo funcionava como uma ponte entre o Jorge Nuno (Pinto da Costa), o Reinaldo e os árbitros, disponibilizando-lhes simpatias, tais como raparigas e outros bens.” -
“...como raparigas e outros bens”, reparem como se comparam raparigas a mercadorias, ela é a prova viva de uma mercadoria que depressa ficou fora de prazo….
Ressabiada!!!!